Paisagismo Espaçoceptivo

percepção, corpo e a construção do lugar

Sobre o livro

Paisagismo Espaçoceptivo propõe uma metodologia de projeto centrada na experiência humana do espaço.

Em vez de iniciar o projeto pela escolha das plantas, dos elementos construtivos ou pela composição formal, propõe começar pela experiência que se deseja produzir e pelo vazio habitável onde essa experiência acontece.

Para isso, articula contribuições da psicologia ecológica da percepção, psicologia ambiental, Gestalt, fenomenologia e outros campos em um percurso metodológico voltado ao ensino e à prática do projeto.

Mais do que reunir referências ou discutir conceitos, o livro organiza esses fundamentos em um sistema coerente de decisões projetuais, oferecendo uma maneira explícita de transformar intenções em decisões espaciais.

Este livro pode interessar especialmente a

  • professores e pesquisadores;

  • arquitetos, paisagistas e urbanistas;

  • estudantes de graduação e pós-graduação;

  • profissionais interessados em percepção, experiência e metodologia de projeto.

  • 2ª edição

  • ISBN 978-65-02-16700-7

  • 304 páginas

  • 16 X 21 cm

Cortesia de acesso para docentes

Como parte da divulgação acadêmica da obra, professores e pesquisadores podem solicitar acesso integral à versão digital.

Após a recebimento das informações, o acesso será liberado por e-mail.

Sobre o autor

Marcos Malamut é arquiteto paisagista e autor. Atua há mais de 30 anos em projetos de paisagismo em múltiplas tipologias — residencial, corporativo, hoteleiro, industrial, loteamentos — e em escalas diversas.

A transversalidade da prática expôs uma constante: as ferramentas técnicas correntes — botânica, ecologia, composição, partido formal — são robustas para responder ao o quê plantar, mas frágeis para sustentar como o espaço será percebido, atravessado e ocupado pelas pessoas.

Essa lacuna, recorrente em projetos de programas e escalas muito diferentes, foi o ponto de partida do Paisagismo Espaçoceptivo.

É autor também de Projetando Espaços Livres, já utilizado como leitura de referência em cursos de arquitetura em universidades brasileiras.